Na Cimeira Ibero-Americana realizada em El Salvador, o Primeiro-Ministro Português mostrou muito pouco sentido de Estado, ao fazer uma espécie de “spot promocional” do Magalhães.
Contudo, o mais grave é o precedente que se abriu. Fará sentido que um chefe de Governo aproveite a mediatização de uma Cimeira internacional para promover um produto comercial, que está no mercado, por acção de determinadas empresas privadas? Que intervenção estatal é esta? E as regras da concorrência? E a transparência? E a dignidade do Estado? Ridículo… |