Já todos percebemos que o “caso Freeport” tem muito que se lhe diga.
Sem querer culpar ou ilibar ninguém, os factos conhecidos provam que a história merece um esclarecimento rigoroso e inequívoco.
É por isso que não se aceita o papel da PGR a querer, constantemente, “varrer para debaixo do tapete”, sempre que vem a público mais um indício da gravidade do caso. Assim como os sinais de promiscuidade entre a PGR e o Governo (foi o Ministro da Presidência a anunciar um comunicado “esclarecedor” da PGR, em Janeiro, e são agora as alegadas pressões) não beneficiam ninguém, uma vez que, se o processo for arquivado (como alguns adivinham…), tal não escapará à suspeita de que tudo foi cozinhado (mesmo se não o for). |